
O sagrado feminino e a cura das feridas ancestrais
Amados filhos meus, sou Isis, do Antigo Egito, e venho através desse canal ancorar as forças do sagrado feminino. Ancorar as forças da Irmandade das Rosas. Ancorar forças de cura e equilíbrio de um feminino que vem há milênios, digamos, há 26000 anos, do seu tempo linear, sofrendo abusos e repressões. Que curemos juntos e juntas essas feridas e essas dores, ressignificando o que é a força feminina aqui na Terra, em Gaia, a força criadora e gestadora do novo.
A construção de uma nova era em Gaia
Permitindo assim, a construção de fato de uma nova era na materialidade, através de projetos e ideias. E claro, novos seres. Seres cada vez mais cristalinos. Seres cada vez mais capazes e dotados de dons e talentos. Que hoje a sua humanidade teme e julga como magia, bruxaria, algo sombrio e condenável. Que possamos enxergar através disso, além disso. Além das construções societárias que nos são impostas.
Visualizando uma nova sociedade
O que nós, seres aqui encarnados, seres despertos, gostaríamos ou almejamos construir enquanto sociedade? Quais instituições permanecem, quais se vão? E na ausência dessas, quais entrariam em seus lugares? Quais ocupariam seus espaços? Como elas seriam?
Que visualizemos os novos tempos antes de serem ancorados, de fato, na fisicalidade, permitindo assim um fluxo energético. De ideias, onde a nossa criação possa se concretizar, usando da nossa criatividade, usando os nossos desejos, usando os anseios de nossas almas para manifestar novos tempos em Gaia.
O equilíbrio do sagrado feminino e dos ciclos da vida
Tempos harmoniosos e pacíficos, tempos onde a força do feminino possa se expressar livremente. Onde criação, intuição, expressão, gestação, enfim, tudo aquilo que diz respeito ao sagrado feminino circule livremente perante e entre nós, principalmente com respeito aos ciclos, aos ciclos planetários, aos ciclos cósmicos galácticos e, claro, aos ciclos humanos, aos ciclos da mulher e aos ciclos do homem.
Que possa haver pausas entre aquilo que vocês chamam de trabalho. Que possa haver clareza também.
O equilíbrio entre espiritualidade e vida material
A importância de se viver e ancorar a vida física, vida encarnatória, o processo encarnatório, entre vocês, permitindo assim ancorar cada vez mais luz, evitando extremos: nem o materialismo (rigidez), nem o espiritualismo (fanatismo) exagerados.
Não queremos fanáticos, queremos humanos imperfeitos, em processo de aprendizagem, em processo de relembrar quem são. Assim, aos poucos, vão tomando as rédeas de suas vidas e colocando-a em movimento, sem esperar algo externo, um salvador, seja ele qual for.
Independência mental e emocional
Sem julgar aqueles que não estão “num caminho espiritual” como inferiores, pois isso os coloca de volta ao mesmo jogo, por uma outra porta. Vivam vossas vidas de forma a desenvolver o seu interior, tornem-se mental e emocionalmente independentes daquilo que vossa sociedade construiu ao longo de milênios, os mesmos 26 mil anos, pelo menos, do seu tempo linear.

Tornem-se mestres soberanos de si
Assim, vocês se tornam mestres soberanos de si. Aprendem a dominar seus pensamentos, suas mentes, emoções. Aprendem o que possamos chamar de básico da vivência humana.
O domínio de si e o desenvolvimento da consciência
O domínio dos chakras inferiores, para que os chakras superiores se desenvolvam sem domínio do ego sobre vossos corpos. Dessa forma, queridos e queridas, vocês se tornam verdadeiramente úteis e integrados a uma espiritualidade que chamam de alta hierarquia. Assim, contatos como esse serão cada vez mais corriqueiros entre vocês.
Liderar a própria vida antes de auxiliar os outros
Liderem primeiramente vossas vidas, corpos, pensamentos, vossas emoções, vontades e desejos. Liderem e tornem-se mestres de si mesmos, para depois dar um próximo passo auxiliando aqueles ao seu redor, depois um próximo passo, aqueles mais distantes. E assim, num piscar de olhos, estaremos todos integrados.
A conexão entre as dimensões e a nova era
Seres encarnados, seres desencarnados, pois somos todos espíritos, e há meios de nos comunicarmos, como este. Conforme vocês se desenvolvem, conforme vocês sobem, elevam suas vibrações. Assim, repito, esses contatos se tornam mais corriqueiros.
A nova era como uma mudança de consciência
As dimensões estão todas interligadas, a nova era não é um lugar diferente daquele que vocês habitam hoje. É esse mesmo lugar onde estão, apenas com um foco direcionado para outras “direções”, além daquelas guiadas pelo medo, além de desperdiçar vossa atenção naquilo que aqueles há 26 mil anos criam, através de suas instituições sociais, de modo a controlá-los e a podá-los daquilo que vocês verdadeiramente são.
O trabalho interior como caminho para a transformação
Portanto, hoje trago-lhes a mensagem de olharem para si, de se cuidarem, deixando claro que isso não é egoísmo, amados e amadas. Isso é a forma possível, palpável, hoje, de se desenvolverem e de relembrarem quem são.
Da transformação interior à transformação exterior
O trabalho há de começar de dentro para fora, internamente e depois ir para o externo, para que não projetem simplesmente em outros, que possam julgar “mais espiritualizados”, a guiança de vossas vidas.
Tornem-se mestre de si mesmos, para depois, sim, ir para ambientes mais externos. Dessa forma, vossa conduta os guiará por este mundo cheio de armadilhas, de charadas, desafios e obstáculos, que nada mais são do que o entrelaçamento quântico entre realidades, entre dimensões, provando mais uma vez como as dimensões interagem entre si, estão todas presentes no mesmo ambiente, variando conforme nosso próprio grau de frequência, de elevação, de consciência, nosso próprio foco.
Direcione seu foco para aquilo que sua alma deseja
Foque e busque aquilo que de fato desejam e almejam para vossas almas. Era isso para o momento.
Títulos e subtítulos adicionados para facilitar a leitura. Canalizado por Jan Rycerz, em 14.10.2026.






